sábado, 23 de fevereiro de 2008

Ouro Preto.

Aqui na terra do sempre
do tempo que venta parado
da juventude mofada e intelectual:

viverei-mofarei-morrerei.

Cidade das cores
janelas
e pedras.

Do ouro? Nem o cheiro.
Do preto? a dor dos dias,
o sangue-suor
e algum perdão.

2 comentários:

marcos vinicius disse...

Seus poemas dão saudade... Parece até um álbum de fotos antigas onde cada verso é um momento da vida.

Cris disse...

engraçado...
minha ida pra ouro preto teve cheiro de ouro
ou será que o cheiro vinha de vocês?
não sei, não sei
dúvidas, muitas dúvidas